Perfil de Ninicaminham sempre com amor...FotosBlogListasMás ![]() | Ayuda |
caminham sempre com amor e espera a graça de amar e ser amadoO amor... 27 julio poesias* Meu vôo... Sinto-me no ar, flutuando, Em todas as flores que encontro, Voando, suavemente, Elas me exalam perfume, E eu sigo o meu destino, NÓS DOIS Queria ter lhe conhecido antes,
muito antes...
Para que nenhum de nós dois tivesse
medos ou cicatrizes.Queria ter estado com você,
quando seu coração descobriu
o que era AMOR.
Quando seu corpo descobriu
o que era DESEJO.E antes que pudesse sofrer,
eu estaria do seu lado,
amando-lhe.
entregando-me,
e juntos poder ter aprendido,
as lições da vida e do coração...Queria ter te conhecido muito antes...
Quando suas esperanças
começaram a nascer,
quando seus sonhos ainda eram puros,
e seus ideais ainda ingênuos...Pena termos nos encontrado só agora,
já com o coração viciado
em outros amores,
com uma imagem meio falsa,
do que é felicidade,
do que é entregar-se...Queria ter lhe encontrado antes,
muito antes...
Numa nova vida,
num outro tempo,
em que não precisássemos
temer o nosso futuro,
nem nossos sentimentos...
Ah! como eu queria!
Mas, não foi assim, te conheci agora...
na hora certa?, no momento certo?...
eu não sei...
Só sei que te encontrei agora e,
na sua vida, se você quiser, para sempre...
eu ficarei...!Eu queria ser... És do poeta a inspiração És poema que nunca foi lido Se tivesse eu o dom da poesia E eu o faria, em verso ou prosa
VOCÊ Em cada momento um ato Em cada hora uma história Em cada dia um livro Em cada amor uma vida Em cada música um canto Em cada pássaro um vôo Em cada sorriso uma alegria Só você, eternamente você...... 08 julio prova do amor!A Mortal prova do Amor!A noite apesar de gélida, parecia cálida aos olhos da bela bruxa Yanca. Tua empalidecida tez, assim como a de uma bonequinha de porcelana, rutilava com a luz da lua cheia perante a soturna noite de inverno a qual pairava a triste cidade Com teus 20 anos, toda tua suntuosidade feminil aparentava em tua beleza, nobreza e principalmente avidez. Tinha cabelos negros emaranhados; como a melancólica escuridão noturna, olhos verdejantes; como as majestosas colinas européias e a boca, ah! os lábios inebriantes, férvidos, lábios marcantes de uma real mulher. Adorava sob cada luar cheio desnudar-se em teu belo e fatídico jardim e realizar os mais lânguidos rituais, com velas azuladas, rubras, incensos afrodisíacos e vinho, muito vinho. Clamava por tuas deusas e deuses o reencontro com teu fescenino amado; este que por entre teus sonhos a encontrava em regozijos eternos e profundos. Teus lábios carnudos, necessitavam dos beijos, deste que por vidas fora teu, deste que em teus devaneios a tomava em desejos fumegantes. Teu corpo esguio era sutilmente tratado pelas mãos piedosas das deusas sibaritas. Em uma certa noite, exatamente à meia-noite, terminou tua bela liturgia pagã sob o luar argênteo e foi para teu quarto negrume acalentar até o amanhecer. Mal sabia que, aquela noite, seria o maior e o mais tentador teste de toda tua vida. Arrumou o emaranhado acolchoado negro em tua cama, acendeu um incenso de verbena, virou-se para teu santuário, agradeceu aos deuses e com um sopro, apagou a rubra vela no cinéreo castiçal do século XII. Ébria e estonteante, virou-se para o outro lado. À tua janela, uma criatura noturna a observava, era um corvo esfaimado, doando a ela os sonhos perdidos de teu amado. Através de teus olhos rubros e lutuosos, a perversa criatura vigiava a doce Yanca, como se a pequena e carrancuda ave fosse mandada por alguém. A bela jovem olhou para a criatura, despediu-se desta e fechou teus olhos verdes rasgados até ser dominado pelo sono. “Da janela mais alta de tua casa, Yanca apreciava a noite enluarada, radiante pela cheia luz a qual rutilava o luar. Ao longe, nas colinas e montanhas longínquas, podia avistar uma bela tempestade acompanhada por raios fulminantes, a rasgar o negro céu em neon azulado. Estava lisonjeada com o que a grande mãe natureza havia preparado-te. Resolveu descer as espirais escadarias de teu funéreo mausoléu e apreciar com mais precisão a sutil presença da deusa. Ao descer, ouviu sussurros em teu ouvido, um homem? Um anjo, talvez? Heis que em tua frente, o corvo reapareceu a possuir teu encantador e nefasto olhar noctâmbulo. Yanca, curiosa, tentou agraciá-lo com todo teu encanto feminil, mas a criatura esquivou-se, fazendo-a perguntar: - Boa noite bela e soturna criatura. O que queres de mim nesta noite tão fria e venusta? E a ave respondeu: - Sabes o que quero! - Mas como hei em adivinhar o que queres de mim? E a ave respondeu: - Sabes o que quero! - Oh! Pérfida ave que habita essa triste escuridão, porque de tanto mistério? E a ave novamente respondeu: - Sabes o que quero! Yanca, sem mais saber o que fazer encarou friamente a ave e dentro de seus catatônicos olhos avistou a pérfida e iracunda alma que esta pensava que o corvo possuía. - Foste mandada por Lúcifer, oh! Majestosa ave infernal? A ave resfolegou, balançou sua pequena mas notável cabeça, olhou Yanca profundamente em seus olhos, e respondeu novamente: - Não existe o inferno! O inferno é aqui! Sabes o que quero! E Yanca respondeu: - Pelos deuses, o que queres de mim notável criatura das trevas? Por que praguejas tanto com tuas misteriosas perguntas? Yanca então, virou-se e subiu a tortuosa escada de teu mausoléu, até chegar em teu quarto. Abriu a porta e qual foi a surpresa da moça. No cume de tua janela a criatura insana novamente estava ali, a praguejar. Yanca, não mais agindo por si, pegou uma lívida e afiada adaga mágica, lançando-a contra o coração da pecaminosa criatura. A adaga perfurava, maltratava, torturava aos poucos o corpo negro do corvo. Este, em necro-espasmos abriu tuas negrumes asas, encarou tristonho Yanca e, aos prantos, plangendo incessantemente caiu janela abaixo. Ao olhar para baixo, a jovem bruxa nada mais viu, além de cinzas.” Yanca, no ápice da madrugada, acordou inquieta aos prantos em tua desarrumada cama. Levantou-se e foi ao banheiro olhar-se em teu ovalado espelho. Ouviu sussurros. Tua pele estava mais pálida. Voltou para o quarto, quando teve uma grande e funesta visita: - Quem és tu, estranho homem que habitas meu quarto? E o notório homem de seus vinte e tantos anos, olhar profundo e profano, boca avermelhada e melíflua como o hábitat de uma abelha, sorriso avassalador, madeixas negras e longas ao vento; deitado na cama de Yanca respondeu: - Sabes o que quero! A jovem bruxa, assustada respondeu: - Então você é o ..... – gaguejou a moça - Sim, a criatura noturna de seu sonho. - Mas, o que queres de mim? - Não sabes mesmo o que quero? - Não!! - Usa-te o instinto, oh! Estonteante bruxa de meus sonhos! Respondeu o espectro. - És tu a morte? - Haahahaha – gargalhou o rapaz – O eterno e infame pré-conceito tomaste conta da humanidade, assim como de ti, anja minha! Não é porque sou um negrume ser que sou a morte ou o mal, querida amada. Yanca então, com uma forte dor no peito, agachou-se e plangeu. - Oh! Sentiste quem sou? E Yanca rapidamente respondeu: - És o amor! Mas, na forma de dor? O rapaz levantou-se, olhou profundamente aos olhos da garota dizendo-lhe: - Acabaste de matar-me em teu derradeiro sonho, fustigaste-me com um cálido açoite, confundiu-me com a morte e o mal, usou apenas da razão, da visão, da visualização; esquecendo-te que possuis um aconchegante e benquisto coração. Conhecias-me apenas em minha forma física, em teus sonhos, não como uma ave, tanto é que ao me veres em tua cama não me reconheceste. Era eu o amor, o teu amor. Era a ti que queria, o teu amor e a tua alma à minha gêmea. Acabaste de matar-me, acabaste de matar-me! O rapaz, mudando de forma, transformou-se na nebulosa ave, encarou Yanca, e voou noite a fora lacrimejando a perda do amor e de mais uma alma humanizada. Yanca, nada mais pôde fazer, apenas daquela ave, uma semente em seu peito a fez renascer. E assim, eternamente se perguntava. “- Se não há o amor, o por que então em ser eu uma boa bruxa?” lindas letras me faz lembrar parte da minha vida
contos de suspenseA CruzLaura Martinez, havia o conhecido há poucas semanas no colégio, e pouco sabia dele, apenas que era um dos garotos mais belos, e um dos mais garanhões do local, e é claro, o mais importante para se conhecer uma pessoa, seu nome, Lucas. Nunca havia falado com ele, mas a encantara, e em poucos minutos de contemplação, havia se tornado o homem de seus sonhos. E foi em uma festa que acontecera em uma chácara afastada da cidade que tudo aconteceu. Estavam lá no meio do mato, a sós, com ele deitado sobre seu corpo nu, ouvindo seus gritos de fêmea extasiada: - Mete, amor! Fura-me! Havia realizado seus sonhos de gata no cio, seu macho estava a possuindo. Tudo correra como o planejado. Tudo estava perfeito. Mas de repente algo foi mandado, sabe-se lá por qual daquelas forças que regem o Universo, para atrapalhar aquela noite inesquecível. - Lucas! – Diz uma voz desconhecida – Esta trepando, com esta tapada? Deveria escolher melhor suas presas, sabia? Lucas olha para trás, e, Uau! Era Aline, umas das garotas mais belas e cobiçadas de todo o colégio, daquelas que até ele mesmo, se sentia inseguro de tentar conquistar. Fica impressionado. O encanto da noite estava quebrado, e Laura, furiosa. - Vai se ferrar! – Grita Laura, furiosa – Some daqui Aline, sua loira oxigenada! Aline, assim se chamava a intrusa de jovens períodos de cio. Ela chega até onde estão os dois, e tocando os ombros, do abobalhado Lucas, diz: - E aí, meu amor... Não esta a fim de trocar carne de gato, por lebre? Se estiver é só vir comigo. Bem... – Gagueja Lucas – Acho que sim. Laura não acreditava no que estava acontecendo, e pior, no que seus olhos viam. Lucas se retira dela, se levanta e parte com Aline. - Bem... – Diz ele, meio sem jeito – Talvez na próxima nós termina-mos. - Desgraçado! – Grita Laura, jogando seus sapatos, para ver se acertava pelo menos um dos dois. Ela sem perceber, deixa escorrer uma lagrima, do canto de seu olho esquerdo. Fica mais alguns minutos ajoelhada naquele canavial, quando por fim decide ir embora. Estava se vestindo quando de repente ouve algo, como se fosse um uivo de lobos. - Ah! Que ótimo! – Diz ela – Sem orgasmo, sem namorado, e comida por lobos, o que mais pode acontecer esta noite? Ela se veste, mas não se preocupa, pois sabia que havia cães, na chácara que estavam, bem ali perto do canavial. - Espero que aquele imbecil, pelo menos me dê carona... Ela começa a andar devagar, para ver se encontrava Lucas, para pedir-lhe carona, anda por alguns minutos, quando ouve algo: - Ah! – Era um grito, e pela voz aparentava ser de Lucas. - Que!? – Diz ela, assombrada – Que será que estes dois estão aprontando? Ela se aproxima de uma parte do canavial, onde pareciam às folhas estar se movimentando, Lucas e Aline deveriam estar ali. Ela se aproxima e ouve uma voz doce e feminina, era Aline. - Ai amor, como você é valente e forte, aposto que esta adorando, diz pra mim que adora vai, se não, não deixarei que vá embora... - Estou amando... – Diz à voz que parecia ser a de Lucas – Ah! - Deve estar maravilhoso – Diz Laura, abaixando a cabeça – Desgraçados! Uma nova seção de gritos escandalosos, divididos entre os de Aline e os de Lucas, que alias eram muito mais agudos, e aparentava-se ter terminado, e para encerrar o grito que com certeza foi ouvido pela região inteira, de Lucas é claro, o que deveria insinuar, a chegada de sua ejaculação. - Perdão amorzinho – Diz Aline – Mas agora preciso ir, minhas amigas e eu temos que satisfazer outros lobos famintos como você. - Amigas!? – Isso significava que Aline não estava só, a festa com certeza, tinha sido boa para Lucas – Pra mim já chega! Lucas! Laura abre o matagal com as mãos, e avista finalmente seu ex-amor, Lucas, de pé, com os braços abertos em sua direção. Com um sorriso em seus lábios e seus grandes olhos azuis à amostra. Laura de boca aberta cai ajoelhada, e seus olhos se esbugalham, pela visão de seu amor. Mas não se enganem, isto não era por uma declaração de arrependimento e amor, e sim por outra causa. Laura contempla seu amor, de braços abertos, mas não por que a esperava, em seus braços, e sim, por que o pobre rapaz estava, crucificado em uma cruz, como um Cristo, desta vez não santo, mas sim, diabólico, usado por um ritual macabro de bruxas satânicas. Portanto meus amigos, a próxima vez que uma bela loura lhe der mole, do nada, pense bem em quais poderiam ser os motivos para ela ter te escolhido. suspense***O TaxistaHorácio já estava exausto, havia trabalhado muito, dirigir o dia inteiro não era fácil, prazeroso, amava o que fazia, mas nada fácil. Estava se preparando para ir pra casa descansar, despediu-se de quem ainda ficava para o turno da noite no ponto e entrou em seu táxi, se dirigindo ao caminho de sua tão desejada e aconchegante casa. Sempre gostou muito de ser taxista, apesar do perigo desta profissão em estar tão próximo a situações de violência, às vezes ouvia histórias dos seus companheiros, fatos absurdos que pra ele não tinha nenhum cabimento, estava a tantos anos na praça e tudo que conhecia de fatos inexplicáveis era os que saiam da boca de seus colegas. Muitas vezes chegou a rir da situação em que eles se encontravam para relatar tais acontecimentos, e jamais conseguiu acreditar em qualquer palavra que fosse direcionada neste respeito. Era um homem forte, robusto até, expressão fria, mas com certa bondade no olhar, de pouca fé, acreditava somente no que pudesse provar e no suor do seu trabalho. Já era início de uma madrugada fria e nebulosa dessas em que, desejava estar aquecido debaixo de ziguilhões de cobertores em sua cama quentinha, ligou o rádio para se distrair até que o caminho findasse e na procura de alguma estação distraio-se, quando voltou os olhos para rua havia um homem lhe fazendo sinal pra que parasse, quase em cima do carro. Horácio parou o carro mais de susto do que por vontade, e o homem de estatura mediana, aparentando seus trinta e poucos anos abaixou-se e bateu no vidro do lado do passageiro. Horácio pensou ainda por alguns segundos abaixou o volume do rádio, e resolveu abaixar o vidro. O homem tinha um semblante sereno, parecia apenas um pouco preocupado. _Amigo, sei que deve ter terminado sua jornada por hoje, mas lhe peço que faça esta última corrida, não estou conseguindo condução. Horácio tentou se esquivar: _Moro longe e pagarei bem se me conduzir ao meu destino. Atrasei-me com alguns contratempos hoje e não tenho mais como voltar pra casa. Como Horácio tinha alguns compromissos praquele mês resolveu aceitar. Antes não o tivesse feito. Abriu a porta e o homem adentrou ao carro ajeitando uma pasta ao colo, vestia-se bem e tinha um porte elegante. Horácio o observou por alguns segundos, que foram suficientes pra que o passageiro percebesse o receio que estava sentindo, perguntou qual era o destino, e seguiu... No caminho foram trocando palavras corriqueiras, o passageiro se fazia de poucas palavras tornando-se ainda mais misterioso o que aumentava a angústia de Horácio. Uma cidade tão perigosa como esta em que vivo o que tenho na cabeça de aceitar uma corrida como esta, o pensou. Pediu a qualquer santo que lhe veio à mente proteção para que nada lhe acontecesse... Mas acho que já era tarde. O caminho se estendia a cada curva feita, e percebendo a inquietação de Horácio o estranho passageiro tentou acalma-lo dizendo: _ Realmente é muito longe minha casa, mas não se preocupe comigo não lhe farei nada, sou homem de bem, só optei por morar distante da cidade. Horácio não sabia se ficava aliviado ou se tinha naquela pronunciação um aviso. O homem sorriu tentando dar ênfase as suas palavras, Horácio na percepção de seus atos tentou relaxar. Depois de quase uma hora e meia de viagem: _Vire a próxima esquerda é a rua que dará acesso a minha residência, vou te avisar algo para que não tenha surpresas. Quando eu saltar deste carro o senhor faça o contorno no fim desta estrada e acelere, não pare pra ninguém, ninguém mesmo entendido? Horácio percebendo onde estava, uma rua ainda de barro, com plantações dos dois lados, iluminação precária tanto pela falta de, como pela neblina que ajudava, e tão estreita que só dava passagem a um carro, se houvesse um pedestre ele haveria de se embrenhar no meio do matagal para não ser atropelado, achou muito estranho àquela estrada, parecia ter aparecido ali do nada, ele pensou em desistir de ir à frente de um caminho tão sinistro e fazer o passageiro saltar ali mesmo, mesmo que isso lhe custasse não receber a corrida. Mas quando tudo tem que acontecer... _O senhor não me leve a mau, mas porque tal conselho não há como cruzar com ninguém no caminho de volta! O homem se calou. Horácio sentiu um estranho calafrio percorrer seu corpo, estava sentindo medo, mas não sabia o porquê, até então não havia motivos, sentia medo da violência, mas o homem que conduzia não parecia querer lhe fazer mal algum. E pelo seu porte físico se fosse tentar rendê-lo sem armas de fogo, Horácio até o venceria com facilidade num mano a mano. Percorreu por aquela estrada por mais alguns minutos tentando observar tudo a sua volta, mas o cenário não mudava continuava sempre o mesmo desde o inicio, então a certo ponto daquela tenebrosa estrada o passageiro diz: _ Pode parar o carro é aqui que vou saltar. Horácio sem entender nada parou o carro e olhou aquele homem com expressão interrogativa: _ Aqui esta seu dinheiro, logo ali em frente encontrará um retorno, lembre-se não pare pra ninguém. O misterioso homem saltou e numa pequena passagem em meio às plantações foi caminhando, Horácio ficou a quase que admirar ele seguir até desaparecer no meio da escuridão. Ligou seu carro, e seguiu até o retorno que encontrara logo, e no caminho de volta veio pensando se indagando da estranha viagem se perdendo em seus pensamentos, quando sentiu algo bater na porta do seu carro olhou pelo retrovisor e nada avistou, seu coração bateu quase em taquicardia, e instantaneamente pisou mais fundo no acelerador como que a querer furar o assoalho, o seu carro parecia voar e a visibilidade ficou ainda pior com a poeira que subia tão intensamente. Horácio já não sabia mais o que pensar o medo de tais fatos inexplicáveis o tinha dominado de forma descontrolada só queria se ver livre daquela situação ridícula em que se encontrava, como pode homem feito ter medo de coisa alguma e pisou ainda mais, e sentiu novamente algo bater na porta. _ O que é isso? Exclamou. Nada batia na porta na vinda será que são galhos de qualquer coisa, o que pode ser? Sua cabeça enchia-se de pensamentos desordenados, mas tentava manter o controle, pois estava ao volante e se, perde-se a direção ali naquele lugar seria mau muito mau. Então tentou se acalmar, mas seu corpo estava trêmulo não conseguia-se parar, então viu um vulto branco passando e batendo na sua porta, Horácio desesperou-se e quase perde os sentidos de tanto medo foi quando no auge de seu pânico percebe alguém pendurado na maçaneta de sua porta com um rosto desfigurado e olhos brilhantes como de animais no escuro, Horácio olha novamente e fecha os olhos com tanta força como que a querer despertar de um pesadelo, não pode ser isso não esta acontecendo e ouvi uma voz pronunciar sarcasticamente: _ Está com pressa, está com medo heim!!!!!!!!! Hahahahahahahahaha.
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